O fogão de indução é prejudicial?

Em nosso tempo, um fogão de indução não é tão raro. Cada vez mais donas de casa se recusam a usar chapas elétricas, a gás e outras híbridas, escolhendo novas novidades tecnológicas. Isso ocorre porque a recepcionista gasta menos tempo preparando a comida, e a superfície de cozimento é lavada com muita facilidade. Mas muitos falam sobre a tecnologia de cozinhar neste fogão com muitas fofocas. Naturalmente, todos os usuários dessas placas estão interessados ​​apenas em uma pergunta: isso prejudica o corpo de alguma forma?

Antes de responder a esta pergunta, é necessário entender o princípio de funcionamento da placa. Dentro de cada queimador há uma bobina de indução sobre a qual uma corrente alternada flui com uma freqüência média. Como resultado, eles criam campos eletromagnéticos com a mesma freqüência. Tal campo penetra através do revestimento da placa (cerâmica de vidro), e depois é transferido para os pratos. Os pratos, que são destinados a fogões de indução, são feitos de ligas ferromagnéticas especiais, em que todos os processos de reversão de magnetização ocorrem.

Durante o cozimento, algum campo eletromagnético começa a ser criado na placa. Precisamos ter medo disso? Não, não é. Desde que a frequência do campo eletromagnético é muito baixa. Apesar disso, é necessário observar certas precauções:

– use utensílios especiais;

– o queimador deve estar completamente coberto com loiça;

– a parte inferior dos pratos deve estar bem unida ao queimador de indução.

Apenas três pequenas dicas ajudarão a minimizar os danos causados ​​pelo uso do fogão de indução. Se compararmos o fogão de indução ao forno de microondas, vale a pena saber que muito menos radiação emana dele. Como conclusão de tudo isso, pode-se dizer que a placa traz menos perigo para a saúde humana do que um micro-ondas ou um telefone celular.

O fogão de indução é prejudicial?